sexta-feira, 4 de março de 2016

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

História doce para dias de Inverno



Lisboa sempre foi ponto de passagem e de acolhimento de refugiados, uma cidade porto de abrigo dos refugiados da Europa em guerra. Foi neste cenário que 1939 Alvaro Matias, então jovem marçano numa mercearia da baixa lisboeta conheceu, um francês de nome Dr. Bayard. Em condições difícies e complicadas nasceu uma amizade inimaginável. Alvaro aprendeu francês  e fazia as honras da casa, chegando mesmo a ajudar o amigo quando a sua situação financeira se alterou. Com o fim da guerra o francês e a família regressaram a França MAS antes "agradeceu" tudo o que o seu amigo português tinha feito por ele, com a única coisa de valor que ainda possuía a receita dos "Rebuçados Dr. Bayard". 
Assim nasceu em 1949 a produção dos populares e adorados rebuçados para a tosse que todos os portugueses tão bem conhecem. A fórmula dos rebuçados Dr. Bayard desde esta data mantém-se inalterável, actualmente a actividade é totalmente mecanizada e continuada pelo filho José António e pelo neto André. Um segredo bem aguardado que continua a fazer mágia nas bocas de quem os prova. 

Actualmente a fábrica produz segundo os dados: 


40 quilos de massa de três em três minutos;

40 toneladas de mel por ano;
600 toneladas de açúcar por ano;
1000 rebuçados por minuto.



http://www.drbayard.pt/

domingo, 28 de abril de 2013

Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural



Um Jardim acolhedor e cheio de história, são 4 ha para descobrir e passear enquanto pode observar espécimes vegetais oriundos de diversos cantos do mundo. Um ponto de interesse que deve merecer a sua visita para um mergulho na história, na cultura e também para uma abordagem mais científica. Um passeio que nos permite esquecer que estamos na cidade e que nos faz integrar na natureza de forma subtil. Uma aproximação necessária e revitalizante para o corpo e para a mente. Uma das suas missões é aproximar a sociedade às plantas, assim como proporcionar o aumento da literacia científica das comunidades.
Mais informações aqui. 

Jardim Botânico do Museu Nacional de História Natural 
Localização: Rua da Escola Politécnica 56/58, 1250-102 Lisboa
Telefone: +(351) 213921808
Tarifa de entrada: 2,00 €
Domingos e Feriados entre as 09h00 e as 14h00 – Gratuito
Horário:
Terça feira a sexta feira: 10h – 17h
Fins-de-semana, 11h-18h
Encerra às segundas feiras e feriados
Acessibilidades:Autocarro - 58, 773
Metro - Rato

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cravo Símbolo da Liberdade e da Democracia


título
25 de Abril : Festa da Liberdade
edição
[Lisboa] : 25 de Abril, Comissão Promotora, [s.d.]
dimensões
66 x 48 cm.
descritores
25 de Abril
Comemorações
Portugal
Texto do cartaz: Desfile-15.30h., M. Pombal-Rossio
URL
http://sinbad.ua.pt/cartazes/CT-ML-II-551

Mais Cartazes 25 Abril aqui.


O Cravo tornou-se para Portugal e para o mundo símbolo da Liberdade e da Democracia. São conhecidas várias versões sobre o aparecimento dos cravos no dia de revolução. Contudo são estas as três mais conhecidas.
A primeira: as flores surgiram devido a um casamento agendado para o dia 25 que não se concretizou por as conservatórias estarem fechadas.
A segunda: uma empresa de exportação de flores tinha um carregamento de cravos para enviar para o estrangeiro, com o aeroporto encerrado, as flores foram devolvidas para o Rossio.
A terceira versão e a mais conhecida apresenta-se com um rosto e é a protagonista Celeste Martins Caeiro que conta a história na primeira pessoa.





quarta-feira, 10 de abril de 2013

Louça de Coimbra



Fonte da imagem aqui

A bela cidade de Coimbra e o seu concelho na região centro de Portugal, são responsáveis por uma das maiores produções de cerâmica do pais há vários séculos, são detentores do mais antigo documento escrito referente à cerâmica nacional, datado de 1145. Existindo também na cidade de Coimbra provas documentais que remontam ao século XVI, que aprovam e regulam os intitulados “malagueiros”, nome atribuído aos artífices que coziam as peças por duas vezes.
Uma das mais bonitas e mais procuradas louças portuguesas é sem dúvida a de Coimbra. Esta louça é produzida em Coimbra, Conímbriga e Condeixa-a-Nova. Apresentando vários tipos de fiança que vão desde o séc. XV, de tendência islâmica à fiança do séc. XVII, apresentando cenas de caça e pesca a cores suaves, passando pelo séc. XVIII, com motivos de pássaros amarelos, escamas e Delft.
Contudo só no séc. XX é que se começaram a fazer reproduções com alguma qualidade da nossa faiança do séc. XVII, que replicavam as faianças Ming.
Atualmente a decoração deste tipo de louça continua a ser feito de forma manual, e os motivos são penas, penachos de aves raras, caudas de pavão, flores, figuras humanas, etc.
Esta fiança é única em Portugal e é representativa da tradição oriental e das influências de estilo árabe, com inspiração nas tão importantes ruínas romanas que existem nessa região.
As decorações são diferenciadas pelas seguintes denominações:
desenho miúdo azul”,
desenho miúdo a cor”,
século XV de tendência islâmica”,
século XVII, etc.

O traçado é feito sob fundos de influência árabe, que produz um efeito tão particular e único, que torna esta expressão artística, um aspeto inconfundível.
A decoração das peças é executada de forma manual, sendo a mesma assinada e documentada pela mão do artista, desta forma cada trabalho ganha uma dimensão exclusiva e única. Em informação adicional é de salientar que todas as peças são decoradas com tintas sem chumbo ou outros químicos prejudicais à saúde.

Fonte: http://www.loucadecoimbra.com